Conselhos de Ines de la Fressange para viver melhor

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É verão na Europa e, como acontece lá ou aqui, é uma época em que as pessoas ganham ânimo e fazem mil promessas para uma vida melhor. Depois de enfrentar uma reclusão imposta pela natureza (outono-inverno), o sol e o calor mudam o humor, nos enchendo de esperanças por mudanças e transformações.

A bela modelo Ines de la Fressange, 54 anos, escreveu um pequeno artigo para a revista Madame Figaro pontuado seu olhar sobre esse momento. Achei tão interessante que fiz uma tradução livre para compartilhar com vocês. Espero que gostem!

Seja rebelde, você não é aquela mulher excepcional que vai levar toda a família como um capitão de navio; vangloriar os méritos da Paic de limão (sabonete líquido da Colgate-Palmolive) como os seminários de Lacan; ter o talento de Alain Passard (chef de cozinha), mas as roupas de Alexa Chung (it girl); ser séria e profunda, mas sorridente e entusiasmada; você não pode ter a sabedoria de um Lama de Lhasa (capital do Tibet) e dançar salsa.

Pessoalmente, eu as aconselho a terem novas perspectivas:

  • O Egoísmo
  • O deixa passar (relaxar)
  • A Frivolidade

Você é a primeira a se levantar em casa? Não guarde nada e pegue seu café da manhã e tome no jardim (melhor do que incomodar, eu proponho bagunçar).

Todas as suas roupas são de material sintético? Que sorte, você está naturalmente seguindo as tendências! Compre uma sandália espadrilles e você estará na moda.

A conversa sobre a Standard & Poors, o armamento nuclear ou a crise no cultivo das ostras? Aplique um esmalte fluorescente sobre suas unhas enquanto canta Mike Brant e tente imitar o peru, como Leïla Bekhti e Géraldine Nakache na canção “Tout ce qui brille”.

Desta forma, eu lhe garanto boas férias!

Então é assim: sonhamos em ser perfeitas, mas como mudar a nossa natureza imperfeita, não é mesmo? Não é possível! E ir contra essa condição só nos estressa e frustra. Aceitarmos como somos é um longo processo de autoconhecimento e aceitação. É um aprendizado constante, mas, quando conseguimos, nos libertamos, viramos borboletas mesmo! 😉

Fonte: Revista Madale Figaro, número 1456.

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