Arquivo da tag: envelhecer

Look: bad day

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Sabe aquele dia em que nos sentimos miseráveis e pegamos qualquer roupa para sair e cumprir nossas obrigações? Consolo: nós, simples mortais, e as celebridades também!

Jessica Alba, sempre tão arrumadinha, uniu duas peças desastrosas. Uma saia comprida, larga demais e que amassa pra caramba, com uma blusa “despojada” e feia. Resultado: look desleixado e a adição de muitos e muitos anos.

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O pretinho é básico?

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A frase de efeito no mundo da moda é de que “o pretinho é básico”. Será mesmo? Ele fica bem em todas as mulheres? É realmente uma cor indispensável no guarda-roupa? A resposta é… Leia o resto deste post

Dicas para ter pernas bonitas

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Bem, verdade seja dita, joelhos não são bonitos em idade alguma, mas dá para deixá-los visualmente  mais agradáveis. Este post vai apresentar várias soluções bacanas para os joelhos e para as pernas não acabarem com o visual. Essas dicas valem tanto para os Consultores de Moda e Estilo quanto para as pessoas que apenas querem “estar bem na foto”.

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Rugas no joelho

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Vocês se lembram da matéria sobre SHORTS que eu fiz há pouco mais de um mês? Eu comentei com vocês que quando envelhecemos, mesmo com muita ginástica e tratamento estético, o joelho fica esquisito. Agora encontrei uma matéria que faz eco ao que eu disse.

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Isabella Rossellini: 3 x 20

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Isabella Rossellini, 59 anos, está em todas. Com humor e leveza, a atriz vem dando uma entrevista atrás de outra para falar do filme Late Blommers (ou Trois fois 20 ans), sem título no Brasil, para falar do envelhecer.

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Por uma vida melhor

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Os dias vão passando, os meses, os anos… Quando paramos para ver, uma longa linha da vida foi vivida. Talvez você pare e se pergunte: eu vivi? Eu senti? Eu apreciei? Eu curti?
Você já parou para fazer uma retrospectiva da sua vida? Li recentemente uma entrevista com a atriz Adriana Esteves que, fazendo essa análise, contou da depressão que viveu: “às vezes, eu nem conseguia existir e me deitava no chão enquanto aquilo passava”. No caso dela, especificamente, ela recebeu duras críticas ao seu trabalho e, algum tempo depois, perdeu sua irmã.
São dores que todos nós estamos expostos. Além das relações difíceis no trabalho e no casamento, pode vir uma separação, ter que assumir a árdua tarefa de educar os filhos (quantas vezes nos vemos impotentes neste papel!) e enfrentar o envelhecer, a morte e a própria finitude.
Para suportar tanta pressão e responsabilidade, muitas vezes mergulhamos em obrigações e tarefas. Deixamos ser engolidas por compromissos reais e/ou imaginários porque, por razões que este texto não comporta, nós mesmas nos sabotamos. Permitimos que a maré nos leve, talvez porque exija muito esforço remar contra ela. “Deixe a vida me levar” é uma boa frase para uma música, um momento relax. Mas viver exige atitude, ação, decisão, compromisso e talvez o que mais nos assusta, assumir as conseqüências dos nossos atos. Ai, ai, ai. Dói crescer e, sem dúvida alguma, pode ser bem chato. Que ganhos eu terei em tomar as rédeas da minha própria vida se posso assumir o papel de vítima e culpar sempre os outros? Por que deixar a comodidade e a (pseudo) segurança por uma vida de surpresas e incertezas?

Para você ser uma pessoa inteira, íntegra, coesa. Ao se assumir, você terá que enfrentar seus medos e os monstrinhos que estão guardados no baú da sua vida. É uma viagem profunda, como Jó e Ulisses fizeram! É um enfrentamento! Dessa experiência e desse percurso sairá uma mulher que conseguirá montar seu próprio quebra-cabeça, capaz de se (re)construir com dignidade e coragem. Voltando para o depoimento da atriz, ela fez a mais dura viagem, dentro de si, para se refazer, para se reconstruir. E venceu!
As tristezas e os desafios estarão sempre presentes, mas cabe a você lutar. Mesmo com o corpo coberto de roupas e cheios de confortos culturais, nossa natureza é guerreira. Como dizia meu conterrâneo Gonçalves Dias:
“Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida:
Viver é lutar.
A vida é combate,
Que aos fracos abate,
Que os fortes, os bravos,
Só pode exaltar.”

Queria começar a semana com vocês fazendo uma pequena pausa, um momento de reflexão mesmo. Não sou psicóloga, mas foi, e está sendo, na terapia que encontrei o meu caminho e estou refazendo a minha história.
Com este texto, abro o item “Bem-estar”. Aqui você irá encontrar artigos sobre como tornar a sua vida e do próximo muito melhor. Virão dicas de atividades (físicas e mentais), alimentação e tratamentos. Caso tenha interesse em aprofundar o assunto, sugiro alguns livros que indiquei na matéria “Livros para vivermos melhor“, publicada na semana passada. Confira!
Bem, se alguém quiser compartilhar conosco sua experiência, temos todo esse espaço para lhe ouvir.
Um grande beijo,
Mara Maia